É um escárnio é perversão é
bandalheira é corrupção.
O brasileiro não suporta mais ligar
a TV ou o rádio, a todo momento é corrupção. E não acaba, impressiona.
Não é possível traduzir em linhas
a cara de pau dos nossos governantes. São pegos com a boca na botija, com a mão
na massa, com listas de nomes e propinas em cima das bancadas e o que acontece?
Nada.
Tem dinheiro em mala, em sacolas,
em caixas, cueca é coisa ultrapassada, paletó não cabe um por cento da propina,
tudo em troca do que? Manutenção do poder e da roubalheira.
São seres podres, desprovidos de
caráter, de moral e de humanismo. Matam direta e indiretamente com suas ações.
Enfiam a cara nas telas, nas mídias e dizem – Sou vítima da oposição, se unem,
se reúnem, se dividem, se acovardam. São pobres de alma.
Provavelmente não dormem, por
isso a cara amaçada às 10h da manhã, horário em que começam a maracutaia, as
vezes estendem, mas só se for pra votar a seu favor.
Empregam facínoras, bandidos
transvestidos de terno e paletó slim, prostitutas do dinheiro, que se
acompadram para fomentar o caos.
É luxo, é riqueza, é ostentação,
é pó, é pedra, é pau, é morte, é putaria, filhos da pátria.
Suspiro de raiva e o que posso
fazer? Ofendê-los? Xinga-los? De que adianta? Não há justiça, não há punição,
não há nada.
Manobram o texto, manobram o
operador, compram-vos. Superfaturam uma agulha e se orgulham.
Tá pra nascer a ira que tomará de
raiva essa situação, tá pra escorrer sangue nos saguões, tá pra acabar essa bandalheira
no tapa, no grito, no berro.
Não há povo mais pacífico que o
brasileiro, não há conformismo maior, não há aceitação vista assim em lugar
algum do mundo, é sadomasoquismo.
É revolta demais, é 99,9 para
cada 100. É o esgotamento da paciência, e o estopim? Bum, explode coração, de
ira, de raiva, de ódio. Limpa esta casa Brasil, reformule o justo.
Não merecemos sofrer tanto, é
algo doloroso, revoltem-se, vamos para as ruas, vamos tirá-los a força, isto
tudo é nosso.
Fim de regalias, fim de salários
altos, fim de benefícios, fim de aposentadorias gordas, fim de dezenas de
comissionados, fim de auxílios, fim de impunidade, fim de lei que os favoreçam,
fim da colonização, libertemo-nos. É hora, é agora!
Não há lei, não há ordem que
segure a vontade popular, o que há, é de ser como nós queremos. O Brasil é
nosso e vai ser como quisermos.
Rone S. Prudente.
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